Formada em 2017, em Luanda, Angola, a Eternal Katastrophy é uma banda de Death Metal que combina influências de Deathcore e Groove Metal para criar uma sonoridade intensa, pesada e carregada de identidade própria. As suas composições exploram temas como guerra, conflitos internos, decadência social e a realidade humana, traduzidos em atuações enérgicas e marcantes.
A formação é composta por Gedeão Soque (guitarra), Gilberto Gonçalves (guitarra), Marco Lima (baixo), Danilson Cardoso (voz) e Obed Luango (bateria).
Ao longo da sua trajetória, a banda conquistou um lugar de destaque na cena do metal africano, participando nas finais do Wacken Metal Battle Sub-Saharan Africa em 2023 e 2025, realizadas na África do Sul. Em 2023, alcançou o 3.º lugar em Joanesburgo, consolidando o seu nome entre as principais bandas emergentes do continente. Em 2025, tornou-se ainda a primeira banda angolana a atuar em Cape Town, durante o evento The Eternal Darkness, reforçando a presença do metal angolano além-fronteiras.
A Eternal Katastrophy já passou por diversos palcos importantes, incluindo ORLEI, Back to the Kings, Kill The Session, Dia do Rock, We Love Rock, Wacken Metal Battle e The Eternal Darkness, construindo uma reputação baseada em atuações intensas e numa ligação forte com o público.
A banda concluiu a gravação do seu álbum de estreia, "Eternal War", produzido com o engenheiro de som Jethro Harris nos Paradigm Audio. O lançamento representa um novo capítulo na carreira do grupo, com uma visão voltada para a internacionalização e para o fortalecimento da presença do metal angolano no panorama mundial.
Com uma identidade sonora sólida, ambição internacional e uma dedicação inabalável à música extrema, a Eternal Katastrophy continua a afirmar-se como uma das principais referências do metal produzido em Angola.