Com 7 anos, ensaiava acordes de guitarra. O pai fez parte do grupo Copacabana, contemporâneo do Ngola Ritmos, e animavam festas com Sambinhas, Baião e outros sons que tocavam nas vitronas, sem esquecer as sonoridades locais.
Foi no Liceu Salvador Correia que foi aumentado o gosto pela música, em 1964, apreciando o Conjunto de música moderna Os Jovens do Prenda, formação onde despontava, dentre outros, Filipe Mukenga e animavam as festas da comunidade estudantil. Outro catalizador foi o facto de se tornar próximo de Marito dos Kiezos, na altura namorado de sua prima e que aos 14 anos ofereceu-lhe a sua primeira guitarra. “Eu chamava a minha prima e acedia aos pedidos do Marito e ele dava-me uns toques de guitarra.
Em 1977 deixou a formação militar e ingressou nos Kiezos, cruzando com músicos de pesos, para alegria do seu agora cunhado, Marito. Teve a felicidade de tocar com feras como Juventino, Vasto Lemos, Adolfo Coelho, Kituxi, Vate Costa, Zeca Tirilene e volta na viola-ritmo. "Nesta fase acompanhei grande parte dos artistas individuais porque Os Kiezos eram pau para toda obra e foi na altura em que António Paulino lançou o Pontapé.